O futuro da beleza: o que mudou na nossa relação com a estética

Como será nossa imagem ao abrirmos a porta de casa quando a pandemia passar? Por mais lúdica que pareça essa cena, o exercício de imaginá-la é irresistível. 

Vivemos um cenário inédito, frágil, inseguro, e a vida entre quatro paredes pode ter provocado grandes mudanças. Conceituais e físicas. Durante esse período, adotamos novas práticas de autocuidado e a relação com beleza e cosmética, em alguma medida, mudou. 

No Brasil, as rotinas cosméticas são exigentes, acima da média, e durante o tempo em que passamos dentro de casa pudemos depurar nossas necessidades e realinhar a ordem de prioridades. Os novos hábitos incluem uma chamada de vídeo com o cabeleireiro para cortar a franja, conviver bem com as unhas não feitas, cultivar os fios grisalhos.

Segundo um levantamento do Google Brasil, as buscas por “benefícios da argila preta” cresceram 224% na mesma fase. Isso significa que os tratamentos caseiros e os métodos “faça você mesmo” ganharam protagonismo.

 “No WGSN, vimos muitas das tendências que previmos para 2022 serem aceleradas. Por exemplo: o uso de tecnologia para diagnosticar, analisar e prescrever tratamentos para pele e cabelo. Destacamos produtos no início do ano e eles já estão se tornando populares à medida que os consumidores ainda não estão à vontade para visitar clínicas de estética ou dermatologistas”, afirma Jenni.

Fonte: Marie Claire

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *